Livro · Pessoal

Meus 5 livros preferidos de poesia

Que eu amo literatura, isso não é segredo para ninguém.  Mas que eu leio livros de poesia também?  Essa era novidade, não era? Pois foi por isso que decidi listar os meus 5 livros preferidos de poesia! Não foi um trabalho fácil não, viu? Mas confira aí abaixo, a lista está bacana!

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1. O Sentimento do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade.

Sentimento do Mundo é o terceiro livro de poemas de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1940, escrito após Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934).  Em Sentimento do mundo, o poeta brasileiro revela principalmente sua preocupação com as transformações de um mundo ameaçado pelo Nazismo e pela Segunda Guerra Mundial e fragilizado pela ditadura varguista. Diante desse cenário, Drummond lança-se a novas dimensões temáticas: a política e a social, mostrando nessa obra sua faceta mais madura e atenta às fragilidades e angústias humanas.

2. In Memoriam A.H.H., de Alfred Lord Tennyson.

In Memoriam A.H.H. é um composto de um único poema de título homônimo, escrito pelo poeta inglês Alfred Lord Tennyson e terminado em 1849. O poema é um requiem ao seu grande amigo Arthur Henry Hallam, que morreu repentinamente de hemorragia cerebral em Viena em 1833. Escrito ao longo de 17 anos, é considerado como um reflexo da sociedade vitoriana da época, discutindo muitos dos temas polémicos da altura, que começavam então a ser questionados. Trata-se da obra em que Tennyson atinge o cume da musicalidade dos seus versos, e em que a sua experiência poética se completa, sendo considerada uma das grandes obras poéticas da Grã-Bretanha do século XIX.

3. Ariel, de Sylvia Plath.

Ariel é o segundo livro de poesia da escritora norte-americana Sylvia Plath. Foi publicado em 1965, dois anos após o suicídio da autora. Sylvia Plath deixou uma ordem e significado particular para Ariel, escrito nas últimas semanas de sua vida. Plath havia organizado a ordem dos manuscritos de Ariel pra começar com a palavra “amor” no poema “Morning Song” e terminar com a palavra “primavera” no poema “Wintering”. Na publicação original de Ariel, o livro termina com a palavra “vida” no poema “Words”, alterando assim um significado intrínseco que Sylvia havia deixado em sua obra.

4. The Waste Land, de T.S Eliot.

The Waste Land é um poema longo publicado por T. S. Eliot em 1922. Composto durante um período turbulento na vida do autor, este poema é muitas vezes lido como uma alegoria à desilução experimentada pela geração pós-guerra. A despeito da obscuridade do poema – que tem sátiras e profecias; mudanças abruptas de narrador, localidade e tempo; além de invocar uma vasta e dissoante gama de culturas e obras literárias -, ele acabou se tornando referência na literatura moderna, sendo considerado o reflexo poético de um romance publicada no mesmo ano: Ulysses, de James Joyce.

5. Meu Livro de Cordel, de Cora Coralina.

Meu Livro de Cordel traduz a ligação obstinada e profunda de Cora Coralina com os anônimos poetas nordestinos em 43 poemas. Nesta obra, ela apresenta a alma dos rios, das pedras, dos gestos exaustos das lavadeiras; a simplicidade da vida, do amor e da morte. Cora revela sua profunda compreensão dos seres humanos, desde os atos mais rotineiros até os atos de heroísmo, nos versos do Meu Livro de Cordel.


E vocês, pessoal? Quais são os seus 5 livros preferidos de poesia? Comentem aí em baixo! Até a próxima!

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