Pessoal

TAG: Doenças Literárias

O post de hoje é um oferecimento do Momentum Saga, a quem sempre recorro quando preciso daquela famigerada inspiração. Sei que a internet está repleta de TAGs bacanérrimas, mas essa me chamou a atenção pois se tratam de doenças e não raro ficamos doentes por conta de livros, não é mesmo? Quer saber quais são as minhas doenças literárias? É só ler abaixo!

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1. Diabetes: um livro muito doce.

Simplesmente Ana, da Marina Carvalho. O livro conta a história de Ana Carina, uma jovem brasileira que se descobre herdeira do trono de um pequeno país europeu tal qual em “O Diário da Princesa”. Eu inclusive amo histórias assim, mas no caso de Simplesmente Ana, tudo dá certo para a moça, tudo é lindo, ela é 100% boazinha, tudo é doce e belo e esse excesso de doçura não me desceu.

2. Catapora: um livro que você leu e não lerá de novo.

Crepúsculo, da Stephenie Meyer. A verdade é que li os quatro livros da série e se o cosmos assim permitir, nunca mais lerei de novo. Não vou entrar em detalhes sobre o que me desagradou mais, mas li justamente para poder tecer as minhas críticas com o mínimo de fundamento sobre a história.

3. Rinite: um livro que você relê constantemente.

Jane Eyre, da Charlotte Brontë. A história de amor de uma governante e seu patrão pode até soar clichê se resumida assim, mas garanto que o livro não tem nada de banal. Eu não me canso de ler a narrativa e as desventuras de Jane, que apesar de tudo de ruim que lhe acontece, não deixa de sonhar e trabalhar para ser feliz.

4. Gripe: um livro que se espalhou como vírus. 

Anjos e Demônios, do Dan Brown. Só de pensar no quão detalhado e bem construído é esse livro, mais eu chego à conclusão que o preconceito contra livros best-sellers como esse é super injustificado. Logo na primeira aventura do professor e simbologia Robert Langdon, somos apresentados a um enigma intrincadíssimo e levados a viajar pela História do Vaticano e da Igreja Católica. Ou seja, sucesso na certa!

5. Asma: um livro que tirou seu fôlego.

Deuses Americanos, do Neil Gaiman. Como fã incondicional das obras do Neil, devo dizer que fiquei literalmente sem respirar por alguns momentos quando terminei de ler Deuses Americanos. Repleto de passagens memoráveis e plot twists sensacionais, esse livro é o ideal para quem quer se surpreender e ficar sem fôlego (no bom sentido, ok?).

6. Insônia: um livro que tirou o sono.

Harry Potter e a Câmara Secreta, da J.K Rowling. Eu tinha basicamente 12 anos quando li esse livro e admito que fiquei algumas noites sem dormir antes de descobrir que a razão dos sussurros nas paredes que Harry ouvia, do que acontecia aos nascidos trouxas e de todo o mistério arrepiante do livro era, na verdade, um basilisco.

7. Amnésia: um livro que você não se lembra muito bem.

A Dança dos Dragões, do George R. R. Martin. No fim das contas (5 livros no mundo de Westeros), eu já não lembrava de metade do povo na história, muito menos do que havia acontecido com eles. À exceção de alguns personagens mais marcantes, eu certamente vou precisar reler esse livro quando o próximo for lançado (sabem os deuses quando isso vai acontecer.)

8. Mal nutrição: um livro que faltou conteúdo para reflexão.

Inferno, do Dan Brown. Se ali em cima eu elogiei outro livro do autor, agora vou falar: o final de Inferno pedia uma reflexão bastante profunda sobre o que acontece com a humanidade, mas invés disso, vemos o Robert Langdon indo dar uma volta como se tudo estivesse de boa. Não gostei, sinceramente.

9. Doenças de viagem: um livro que leva para outra época/mundo/lugar.

A Saga do Império, de Raymond E. Feist e Janny Wurts. Ao ler os três livros que contam a história de Mara, a Senhora dos Acoma, eu de fato me senti no Império Tsuranuanni. A trama é bem construída, envolvente e cheia de reviravoltas que te fazem se sentir naquele mundo de honra, guerras e intrigas. É sensacional!

10. Gastrite nervosa: aquele livro que te deu uma gastura.

Coração das Trevas, do Joseph Conrad. Tive que lê-lo para uma disciplina de literatura inglesa da faculdade e a experiência não foi das melhores. A história é estática, previsível e monótona, ainda que faça uma crítica ao imperialismo europeu na África e ainda que tenha inspirado o filme Apocalypse Now.


E vocês, pessoal? Quais são as suas doenças literárias? Comentem aí em baixo! Até a próxima!

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